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Review do vaporizador de ervas V3 Pro da XVape

Review do vaporizador de ervas V3 Pro da XVape

Talvez em algum momento você estava em alguma festa, rolê com os amigos ou até mesmo na casa de algum conhecido e do nada ele vem para você e fala "Eae, bora fazer uma sessão?", a clássica pergunta que todos nós amamos responder com "bora!". Porém, com o passar do anos e com o avanço da técnologia o que antes era uma sessão simples e manual de bolar um baseado e selar ele com a saliva, hoje se tornou algo mais simples (menos prejudicial também), sendo necessário apenas colocar sua erva dichavada no vaporizador e usar. Então aquela fátidica frase do eae bora fazer uma sessão virou "bora fazer uma sessão no vaporizador?". Agora você deve estar pensando "eu entrei aqui para ver um review do V3 Pro, o que isso tem haver até agora?". Calma que estamos apenas te situando sobre uma prática antiga que mudou com o tempo.

Enfim, vamos lá, como você viu no título, hoje estamos aqui para te apresentar um review claro e detalhado com uso real e relato de nossa parte sobre como o vaporizador de ervas V3 Pro pode ser com toda certeza um presente perfeito para aquele seu amigo secreto do coração ou até mesmo para você que buscar ficar chapado o dia todo ou apenas uma vez (com discrição claro). Fique ligado aqui na rádio 420 e saiba que até o final desse review você terá uma visão se o V3 Pro da XVape é para você ou não... Já te adianto que será!

O que é um V3 Pro?

Calma que eu sei que você que já possui um V3 Pro não precisa saber o que ele é, mas para quem não tem ainda eu preciso dizer o que é. Vamos lá, o V3 Pro da XVape é um vaporizador de ervas, ou seja, um dispositivo que aquece sua erva seca (seja maconha, tabaco, kumbaya) para extrair as propriedades da mesma. Agora, sendo um pouco mais técnico, ele é um dispositivo que aquece por meio de um sistema de temperatura chamado convecção, ou seja, ela funciona basicamente como uma AirFryer, o ar quente passa pela erva seca e começa a gerar o vapor.

Review sincero sobre o V3 Pro

Após nosso pequeno bate-papo acima, eu venho dizer aqui para vocês sobre nossa utilização e nossos pontos em cima do vaporizador, ou seja, após alguns dias/semanas de uso, eu posso afirmar algumas coisas e também pontuar outras. Nosso objetivo com esse review do dispositivo não é apenas falar coisas boas, o que precisa de melhoria vamos falar também. Sabendo disso tudo vamos lá!

Bateria do vaporizador V3 Pro

O ponto que para muitos destaca o V3 Pro é sua bateria removível, outros vaporizadores que temos no site ou até mesmo no mercado possuem bateria interna, mas as pessoas que buscam uma certa tranquilidade ou até mesmo praticidade, acabam selecionando os modelos de bateria externa. Se você é um iniciante na vaporização e está apenas acompanhando a tendência do V3 Pro ou pensou em comprar porque um amigo te indicou, mas você não tem muito conhecimento ainda sobre os vaporizadores, esse dispositivo não é para você. Foi como eu disse anteriormente, ele é perfeito por conta da bateria ser externa, mas o cuidado com ela é crucial. Não basta ter 10 baterias 18650 com mAh de 3000 guardada se você não carrega elas da forma correta.

Uma bateria 18650 precisa ser carregada com um carregador de bateria externa e sim, ele pode ir na tomada sem problemas, pois esses carregadores são feitos para isso. Com certeza falaram algo como "ué você está falando isso, mas ele tem entrada USB-C para que então?". Calma que eu te explico da melhor forma. O USB-C que o seu vaporizador de ervas V3 Pro possui é para de fato carregar ele, mas a fabricante não especifica o problema que isso gera futuramente, pois para eles é fácil não especificar e você adquirir outro futuramente. O fato de carregar a bateria externa dentro do dispositivo é que você força a qualidade e vida útil dela.

No teste que fizemos colocamos uma bateria 18650 nova no dispositivo e utilizamos ela 5 vezes carregando ela 100% dentro do dispositivo e 5 vezes com o carregado externo. Com o carregador externo o dispositivo durou cerca de 10 minutos a mais que apenas carregando com ela dentro do vaporizador. Se pensarmos por esse lado, 10 minutos não é muita coisa... Sim, é... Pois 10 minutos é uma sessão cheia dele!

Então pense assim, devo carregar com o externo ou não? Sim, é recomendado carregar com o externo, mas em momentos do cotidiano você não terá um carregador desse de fácil acesso ao seu lado para parar no meio do rolê e achar uma tomada para carrega a bateria. Teve um caso que eu precisei carregar com uma power-bank o dispositivo com a bateria dentro em um momento da festa. Enfim, carregar com a bateria dentro será ok, mas a longo prazo pode gerar danos. Opte pelo que for melhor para você. Nossa opinião desse caso foi dada!

Controle de temperatura e modo sob demanda do seu V3 Pro

O V3 Pro para sua faixa de preço oferece um sistema de temperatura preciso, ou seja, você pode começar sua sessão em 100 graus e pode subir grau a grau até 220. É um sistema que antes era implementado em vaporizadores de alto nível ou alto custo, mas hoje grande parte das marcas buscam essa implementação para que mais pessoas possam comprar e utilizar de forma precisa sua erva. Fazendo apenas um gancho na questão da bateria novamente, as quantidades de sessões pode variar conforme o uso e a temperatura que está, exemplo básico (ficticio): 10 sessões com 180 graus e 5 sessões com 220 graus.

O que é o modo sob demanda? Então, o seu vaporizador de ervas V3 Pro pode ser utilizado de duas formas, controle preciso de temperatura (comentado anteriormente) e modo sob demanda. Esse modo consiste em nada mais nada menos que você ficar pressionando o botão para vaporizar. Como assim? Você seleciona a temperatura e fica pressionando o botão para chegar na temperatura. Chegou? Agora é só puxar e repetir o processo até sua erva ficar sem sabor e a produção de vapor não ser mais o ponto forte.

Qualidade do vapor e sabor do V3 Pro

Aqui é um ponto onde vemos as pessoas com muita dificuldade, porque muitas dizem "comprei o vaporizador x da marca y e não saiu fumaça/vapor, está quebrado"... Vamos lá, o vaporizador não queima a erva, não tem combustão e por isso não tem fumaça, ele aquece a erva (nesse caso por convecção) e gera o vapor, por isso que com a mesma erva podemos fazer de duas até três sessões antes de trocar. Por isso, não diga que não está funcionando, pois ele foi criado para não ser algo que faz nuvens de vapor e sim algo bem sútil.

Em nosso teste iniciamos com o renomado prensado bem seco. Esse tipo de erva trituramos com um dichavador e deixamos em pedaços bem pequenos, não tão finos, em uma moagem média. Começamos em 185 graus, foi uma produção leve de vapor, quase que imperceptível com um sabor leve. Sentimos que o sabor era meio pesado e o vapor quente, nada muito legal, ele trouxe o necessário para ficar "chapado", mas nada muito revigorante.

No dia seguinte com a mente limpa fizemos o teste com flores diversas. Para triturar ela usamos a cuia e uma tesoura, cortamos em pedaços médios também e colocamos em média dois pedaços e meio na câmara do dispositivo. Aqui a produção de vapor começou a ser interessante, pois coloquei em 185 também e consegui sentir o vapor leve e mais fresco, o sabor foi bem marcante também do começo ao fim da sessão. A tragada em ambos os conteúdos foi bem concentrado, ou seja, traguei de forma controlada e bem devagar. O vapor foi bem denso e consegui ver ele bem, diferente do prensado que não consegui ver quase nada.

Limpeza pós sessões

Aqui entra um tópico claro que muitas pessoas deixam passar e o dispositivo para de funcionar por conta da sujeira que ele está. A limpeza superficial deve ser adotada após cada sessão, o que seria isso? Seria basicamente tirar a erva do vaporizador após a sessão e passar um pincel na câmara. Agora após sessões seguidas e alguns dias sem limpar, ai o processo fica mais em baixo. Vou te explicar como ajustar isso da melhor forma!

Primeiro de tudo, vamos na caixa do dispositivo e pegamos os itens que ficam na parte de baixo da caixa, lá temos alguns cotonetes, telas de reposição e uma ferramenta pontuda. Vamos pegar essa ferramenta e vamos tirar a tela que está dentro da câmara e colocar para ficar de molho no álcool ISO 99% por alguns minutos até a crosta sair. Caso não saia é só pegar uma tela nova na caixa e colocar na câmara, mas antes de colocar na câmara a nova vamos limpara ela. Para limpar a câmara é simples, basta molhar um cotonete com o ISO 99% e passar levemente até limpar 100% a câmara. Depois podemos colocar a tela/filtro.

Agora no bocal, caso ele esteja danificado o melhor caso é comprar um novo, para que suas sessões voltem a ter 100% de eficiência. Agora, caso ele esteja apenas sujo, temos alguns processos para realizar. Primeiro, desmontar ele, vamos tirar a parte de baixo do bocal, separar a borracha do filtro de metal. Segundo, colocar o filtro imerso no ISO e a borracha passar um cotonete com o ISO/água morna. Terceiro, passar o cotonete dentro do bocal. Agora após tudo isso você monta ele novamente!

Conclusão

Se você chegou até aqui, já deu pra entender o que a gente quis fazer com esse review: não foi “passar pano” pro V3 Pro, foi colocar ele na vida real, no rolê, no dia a dia, com material diferente, com rotina de uso diferente e mostrar onde ele brilha e onde ele exige mais atenção do usuário.

O V3 Pro é um vaporizador de ervas que entrega muito pelo que custa porque junta três coisas que normalmente não aparecem juntas nessa faixa: convecção (sabor mais limpo), controle de temperatura grau a grau (pra você lapidar a sessão do seu jeito) e bateria removível (pra não ficar refém de tomada). Só que aqui entra o “porém” honesto: bateria externa é liberdade, mas também é responsabilidade. Se você quer algo 100% “liga e esquece”, sem se preocupar com carregador dedicado e cuidados com 18650, talvez o V3 Pro não seja o seu primeiro passo ideal e a gente falou isso sem enrolação.

Na prática, o que define sua experiência com ele é: como você usa. Material seco e de baixa qualidade vai até funcionar, vai entregar o básico, mas não espere milagre de sabor e conforto, você vai sentir o vapor mais quente, mais “pesado” e com menos prazer. Agora, quando você coloca uma flor melhor preparada, com moagem certa e puxada mais lenta, o V3 Pro muda de nível: o vapor aparece, o sabor vem mais claro e a sessão fica mais “redonda”, daquele jeito que faz você entender por que vaporização virou a nova forma de curtir sem combustão.

E tem mais: ele não é um aparelho feito pra “dar show de nuvem”. Ele é feito pra extrair. Se a sua expectativa é encher a sala de vapor como se fosse um vape sub-ohm, você vai achar que “não tá funcionando”. Só que o correto é olhar pro conjunto: aquecimento por convecção, tragada controlada, material bem acomodado e temperatura ajustada. Aí você vê a real função dele: eficiência e discrição, com a chance de repetir sessão com a mesma carga até ela perder sabor e rendimento.

No fim, a conclusão é simples e direta: o V3 Pro é um presente perfeito (pro amigo secreto certo e pro usuário certo) porque ele entrega uma experiência completa de vaporização com recursos que costumam ser de modelos mais caros. Mas ele cobra o preço da maturidade do usuário: cuidar da bateria, entender a diferença entre vapor e fumaça e não negligenciar limpeza. Fazendo isso, ele vira aquele dispositivo “de confiança”, que você leva pro rolê, usa em casa, ajusta do seu jeito e sabe exatamente o que esperar — sem susto e sem decepção.

Então se a sua ideia é ter um vaporizador de ervas honesto, ajustável, portátil e com cara de “companheiro de longo prazo”, o V3 Pro é sim uma escolha muito forte. E se você quer tirar 100% do que ele pode oferecer, a regra final é: material decente, puxada calma, bateria bem cuidada e limpeza em dia. Aí, meu amigo... é só ouvir o clique da sua consciência dizendo: “bora fazer uma sessão?”

Assuntos: XVAPE REVIEW
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